domingo, 25 de setembro de 2011

Ui ! E agora? Cientistas conseguem reproduzir imagens cerebrais ativas em video



Rapaz, faz um tempinho que digo que "ESTAMOS FRITOS".
Além dos avanços nas técnicas de sequenciamento genético, onde temos a possibilidade de diagnosticar 'problemas' genéticos em um indivíduo, susceptibilizando-o à sociedade, nem um pouco preconceituosa, agora estamos novamente sendo invadidos pelos avanços tecnológicos.
Qual o rendimento disso a curto, médio e longo prazo. Será o início da tão esperada era do Condicionamento Humano?
Será o início de uma era, onde você vai se deparar com um 'smart phone' dentro de um ônibus que lê o pensamento do motorista que se chateia com o trânsito durante uma viagem? Ou de um funcionário que leva uma bronca do patrão durante uma reunião?
Espero que esses avanços sirvam para o desenvolvimento de novas vacinas, cura de doenças em crianças, cura do Alzheimer, da AIDS, do câncer, das porcarias das doenças alérgicas, melhorar o trânsito, eliminar a poluição...
Segue na íntegra a 'descoberta' e vale a pena ler e discutir com os amigos, afinal de contas, trata-se de um marco na humanidade.

Scientists use brain imaging to reveal the movies in our mind
BERKELEY — Imagine tapping into the mind of a coma patient, or watching one’s own dream on YouTube. With a cutting-edge blend of brain imaging and computer simulation, scientists at the University of California, Berkeley, are bringing these futuristic scenarios within reach.

Using functional Magnetic Resonance Imaging (fMRI) and computational models, UC Berkeley researchers have succeeded in decoding and reconstructing people’s dynamic visual experiences – in this case, watching Hollywood movie trailers.

As yet, the technology can only reconstruct movie clips people have already viewed. However, the breakthrough paves the way for reproducing the movies inside our heads that no one else sees, such as dreams and memories, according to researchers.

“This is a major leap toward reconstructing internal imagery,” said Professor Jack Gallant, a UC Berkeley neuroscientist and coauthor of the study published online today (Sept. 22) in the journal Current Biology. “We are opening a window into the movies in our minds.”

Eventually, practical applications of the technology could include a better understanding of what goes on in the minds of people who cannot communicate verbally, such as stroke victims, coma patients and people with neurodegenerative diseases.

It may also lay the groundwork for brain-machine interface so that people with cerebral palsy or paralysis, for example, can guide computers with their minds.

However, researchers point out that the technology is decades from allowing users to read others’ thoughts and intentions, as portrayed in such sci-fi classics as “Brainstorm,” in which scientists recorded a person’s sensations so that others could experience them.


Mind-reading through brain imaging technology is a common sci-fi theme
Previously, Gallant and fellow researchers recorded brain activity in the visual cortex while a subject viewed black-and-white photographs. They then built a computational model that enabled them to predict with overwhelming accuracy which picture the subject was looking at.

In their latest experiment, researchers say they have solved a much more difficult problem by actually decoding brain signals generated by moving pictures.

“Our natural visual experience is like watching a movie,” said Shinji Nishimoto, lead author of the study and a post-doctoral researcher in Gallant’s lab. “In order for this technology to have wide applicability, we must understand how the brain processes these dynamic visual experiences.”

Nishimoto and two other research team members served as subjects for the experiment, because the procedure requires volunteers to remain still inside the MRI scanner for hours at a time.

They watched two separate sets of Hollywood movie trailers, while fMRI was used to measure blood flow through the visual cortex, the part of the brain that processes visual information. On the computer, the brain was divided into small, three-dimensional cubes known as volumetric pixels, or “voxels.”

“We built a model for each voxel that describes how shape and motion information in the movie is mapped into brain activity,” Nishimoto said.

The brain activity recorded while subjects viewed the first set of clips was fed into a computer program that learned, second by second, to associate visual patterns in the movie with the corresponding brain activity.

Brain activity evoked by the second set of clips was used to test the movie reconstruction algorithm. This was done by feeding 18 million seconds of random YouTube videos into the computer program so that it could predict the brain activity that each film clip would most likely evoke in each subject.

Finally, the 100 clips that the computer program decided were most similar to the clip that the subject had probably seen were merged to produce a blurry yet continuous reconstruction of the original movie.

Reconstructing movies using brain scans has been challenging because the blood flow signals measured using fMRI change much more slowly than the neural signals that encode dynamic information in movies, researchers said. For this reason, most previous attempts to decode brain activity have focused on static images.

“We addressed this problem by developing a two-stage model that separately describes the underlying neural population and blood flow signals,” Nishimoto said.

Ultimately, Nishimoto said, scientists need to understand how the brain processes dynamic visual events that we experience in everyday life.

“We need to know how the brain works in naturalistic conditions,” he said. “For that, we need to first understand how the brain works while we are watching movies.”

Other coauthors of the study are Thomas Naselaris with UC Berkeley’s Helen Wills Neuroscience Institute; An T. Vu with UC Berkeley’s Joint Graduate Group in Bioengineering; and Yuval Benjamini and Professor Bin Yu with the UC Berkeley Department of Statistics.

FONTE: http://newscenter.berkeley.edu/2011/09/22/brain-movies/

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O que definitivamente a sustentabilidade muda ?

Acho que não chego aos quarenta anos de idade e até lá quero ver, além do Sport Club do Recife ser campeão do mundo, a humanidade entender e saber o que significa a palavra PRIORIDADE.
Pelo amor de Deus, vejam o que está sendo discutido essa semana:
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou hoje, em sua sede, em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade.
O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente revisadas, sendo reunidas no artigo 36 do Código e detalhadas no Anexo U.
O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banaliza-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância.
Um anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas. As informações devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados e o benefício apregoado deve ser significativo, considerando todo seu ciclo de vida.
As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos. Este princípio está resumido nas frases que servem de introdução ao Anexo U:
“É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários. O Conar encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável”.
As novas normas entram em vigor em 1º de agosto e valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.
Confira a íntegra das novas normas:
Artigo 36 do Código
A publicidade deverá refletir as preocupações de toda a humanidade com os problemas relacionados com a qualidade de vida e a proteção do meio ambiente; assim, serão vigorosamente combatidos os anúncios que, direta ou indiretamente, estimulem:
1. a poluição do ar, das águas, das matas e dos demais recursos naturais;
2. a poluição do meio ambiente urbano;
3. a depredação da fauna, da flora e dos demais recursos naturais;
4. a poluição visual dos campos e das cidades;
5. a poluição sonora;
6. o desperdício de recursos naturais.
Parágrafo único
Considerando a crescente utilização de informações e indicativos ambientais na publicidade institucional e de produtos e serviços, serão atendidos os seguintes princípios:
1. veracidade – as informações ambientais devem ser verdadeiras e passíveis de verificação e comprovação;
2. exatidão – as informações ambientais devem ser exatas e precisas, não cabendo informações genéricas e vagas;
3. pertinência – as informações ambientais veiculadas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados;
4. relevância – o benefício ambiental salientado deverá ser significativo em termos do impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.
Anexo U - Apelos de sustentabilidade
É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.
O CONAR encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável.
REGRA GERAL

(1) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade da Responsabilidade Socioambiental e da Sustentabilidade” toda a publicidade que comunica práticas responsáveis e sustentáveis de empresas, suas marcas, produtos e serviços.
(2) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade para a Responsabilidade Socioambiental e para a Sustentabilidade” toda publicidade que orienta e incentiva a sociedade, a partir de exemplos de práticas responsáveis e sustentáveis de instituições, empresas, suas marcas, produtos e serviços.
(3) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade de Marketing relacionado a Causas” aquela que comunica a legítima associação de instituições, empresas e/ou marcas, produtos e serviços com causas socioambientais, de iniciativa pública ou particular, e realizada com o propósito de produzir resultados relevantes, perceptíveis e comprováveis, tanto para o Anunciante como também para a causa socioambiental apoiada.
Além de atender às provisões gerais deste Código, a publicidade submetida a este Anexo deverá refletir a responsabilidade do anunciante para com o meio ambiente e a sustentabilidade e levará em conta os seguintes princípios:
1. CONCRETUDE
As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, evitando-se conceitos vagos que ensejem acepções equivocadas ou mais abrangentes do que as condutas apregoadas.
A publicidade de condutas sustentáveis e ambientais deve ser antecedida pela efetiva adoção ou formalização de tal postura por parte da empresa ou instituição. Caso a publicidade apregoe ação futura, é indispensável revelar tal condição de expectativa de ato não concretizado no momento da veiculação do anúncio.
2. VERACIDADE
As informações e alegações veiculadas deverão ser verdadeiras, passíveis de verificação e de comprovação, estimulando-se a disponibilização de informações mais detalhadas sobre as práticas apregoadas por meio de outras fontes e materiais, tais como websites, SACs (Seviços de Atendimento ao Consumidor), etc.
3. EXATIDÃO E CLAREZA
As informações veiculadas deverão ser exatas e precisas, expressas de forma clara e em linguagem compreensível, não ensejando interpretações equivocadas ou falsas conclusões.
4. COMPROVAÇÃO E FONTES
Os responsáveis pelo anúncio de que trata este Anexo deverão dispor de dados comprobatórios e de fontes externas que endossem, senão mesmo se responsabilizem pelas informações socioambientais comunicadas.
5. PERTINÊNCIA
É aconselhável que as informações socioambientais tenham relação lógica com a área de atuação das empresas, e/ou com suas marcas, produtos e serviços, em seu setor de negócios e mercado. Não serão considerados pertinentes apelos que divulguem como benefício socioambiental o mero cumprimento de disposições legais e regulamentares a que o Anunciante se encontra obrigado.
6. RELEVÂNCIA
Os benefícios socioambientais comunicados deverão ser significativos em termos do impacto global que as empresas, suas marcas, produtos e serviços exercem sobre a sociedade e o meio ambiente - em todo seu processo e ciclo, desde a produção e comercialização, até o uso e descarte.
7. ABSOLUTO
Tendo em vista que não existem compensações plenas, que anulem os impactos socioambientais produzidos pelas empresas, a publicidade não comunicará promessas ou vantagens absolutas ou de superioridade imbatível. As ações de responsabilidade socioambiental não serão comunicadas como evidência suficiente da sustentabilidade geral da empresa, suas marcas, produtos e serviços.
8. MARKETING RELACIONADO A CAUSAS
A publicidade explicitará claramente a(s) causa(s) e entidade(s) oficial(is) ou do terceiro setor envolvido(s) na parceria com as empresas, suas marcas, produtos e serviços.
O anúncio não poderá aludir a causas, movimentos, indicadores de desempenho nem se apropriar do prestígio e credibilidade de instituição a menos que o faça de maneira autorizada.
As ações socioambientais e de sustentabilidade objeto da publicidade não eximem anunciante, agência e veículo do cumprimento das demais normas éticas dispostas neste Código.

E assim caminha a humanidade

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Promiscuidade Científica


Quando eu "entrei" na ciência nos anos 90 (durante a graduação ainda), senti que poderia contribuir e compartilhar de alguma forma as minhas habilidades facultativas. Descobri, que nesse "meio" existia hierarquia e que eu não conseguiria, até certa idade, ter a liberdade de executar as minhas mais íntimas idéias, mesmo que banais, mas básicas e naturais, uma vez que o mercado que me esperava já era ávido por dinheiro. Afinal de contas os projetos precisam de dinheiro.
Dinheiro, eis o problema.
Dinheiro que torna as pessoas promíscuas dentro de um meio que acabou tropeçando pelas próprias pernas. Hoje nós fazemos uma ciência burocrata, elitista, nepotista, suja e com resultados forçados.
Embora importantes, alguns trabalhos viram piada, mas acreditem, existem coisas piores nos "corredores" dos laboratórios no Brasil.
Vejam a intimidade de C. J. Meredith em artigo publicado agora em julho na astrobites. Se aqui nesse país tivéssemos a metade da liberdade que "lá fora" se tem pra fazer ciência, não precisaríamos de bolsa no exterior.

Colonization of Mars is a hot topic, but associated discussion usually centers around “how do we get there?” or “how do we build a stable colony once we’re there?” Although evaluation of survival and practical tactics is only logical, it can also be interesting to examine how major parts of our culture would transform in this new environment.

One major component of our culture — as evidenced by the fact that it’s the most popular sport as measured by number of television viewers world-wide — is association football (otherwise known as soccer). With this in mind, the authors address a creative question: how would the game of football change if it were played on Mars?

DETELHES em http://astrobites.com/2011/07/07/football-on-mars-a-lesson-in-creative-thinking/

domingo, 31 de julho de 2011

Primeira Vez

Bom, prometo não usar palavrões, especialmente usando um netbook para as atualizações (acho que minha mão está diminuindo).
Criei esse blog para compartilhar idéias legais, absurdas, insanas e no mínimo interessantes em relação à pesquisa científica, inovações tecnológicas, invenções, política científica, comportamento humano e um pouquinho de futebol (afinal de contas é uma ciência a parte).
Espero que possam contribuir criticamente com essas tortuosas linhas e não me deixem falando sozinho, uma vez que o grande objetivo desse blog é a Busca da Cura da Loucura Humana Generalizada, que está prestes a acontecer.

Abraços Fraternos e até a próxima postagem